13.9.14

Conquistas do PT que ninguém pode negar e porque, ainda assim, acho que é hora de mudar.

Ensino à distância: uma sólida realização na Europa que só se oficializou no Brasil em 2005. ENEM, hoje reconhecido como uma solução justa e eficaz depois de ser injustamente rechaçada por muita gente, por muito tempo. PROUNI e demais formas de financiamento ao ensino superior. Ciências sem fronteiras (que virou turismo sem fronteiras por CULPA dos jovens e seus pais e Estado que não lhes exigem a contrapartida dos benefícios que recebem). GERAÇÃO DOS 10 milhões de empregos prometidos por LULA e muito mais – aproveitou uma maré favorável? Blábláblá... vamos reconhecer, fizeram direito e é uma realidade. BAIXA TAXA DE DESEMPREGO - Nos seus primeiros quatro anos, o PAC ajudou a dobrar os investimentos públicos brasileiros e ajudou o Brasil a gerar um volume recorde de empregos – 8,2 milhões de postos de trabalho criados no período. Crescimento econômico frente à crise internacional foi muito bom no governo LULA, mas péssimo no gov.DILMA, a ponto de virar desculpa enquanto outros países em desenvolvimento vão muito bem. Verdadeiro enfoque na agricultura familiar com vários projetos. Aliás tem várias pequenas políticas públicas que podiam ter sido feitas por qualquer governo no passado, mas precisou de um PT para tornar o país mais justo, como o Luz Para Todos – que, vamos ser francos, deveria ser o básico. Programa de micro-crédito e de inclusão bancária, social, tecnológica. Minha Casa, Minha Vida, e programas similares. A reserva de cotas é um conquista para quem precisava dela, mas deveria ser por no máximo uns 15 anos enquanto se investe profundamente na melhoria do ensino fundamental e médio público. Bolsa família – respeitados países desenvolvidos têm programas parecidos, mas investem pra valer em educação ao mesmo tempo. A Inglaterra já se sente penalizada pelo Estado de Bem Estar (Wellfare State) que já está na terceira geração de gente que nunca trabalhou na vida – Crianças que nunca viram os pais ou avós trabalhando não formam, com certeza, uma mente laboriosa e empreendedora. Agora, vamos reconhecer que não é a fortuna que muita gente fala que esse povo recebe, e ainda movimentou a economia, sim senhor! Além disso, existem outras formas de “bolsas” como subsídios, incentivos, etc.. como faculdade pública, que beneficia a classe média e alta. A política externa foi muito boa no mandato do LULA e péssimo no governo Dilma. Valorização do intercâmbio de produtos e serviços à demais países em desenvolvimento como BRICS,AL, países da Africa, Ásia, em detrimento da Europa e Estados Unidos foram decisões acertadas – afinal, o que interessa para a indústria nacional é vender e não adianta ficar baixando a cabeça para países desenvolvidos em acordos que favorecem apenas eles, quando se pode incentivar o comércio com para países em desenvolvimento em bases igualitárias ou até vantajosas. Mas, parece que se esqueceu de desenvolver iniciativas que agreguem valor aos produtos primários, o que quase nos transforma num país exclusivamente exportador de commodities.
Pelas razões acima EU ATÉ VOTARIA DE NOVO NUM GOVERNO DO PT, mas me apavora o desejo insano do PT pelo poder, assemelhando-se a louca da Argentina ou ao já foi tarde da Venezuela. Acho que o PT entende que vale tudo para se perpetuar no poder a ponto de destruir a Petrobrás para fazer os acordos e maracutaias que nós presenciamos. Isso sem falar no mensalão, cujo desfecho vergonhoso de encarar os condenados como heróis nos ofende a todos. Uma amiga uma vez me explicou que o PT é formado por pragmáticos como Lula e José Dirceu e "sindicalistas" que acham que os fins justificam TODOS os meios e essa gente nem se abala com o mensalão; Por intelectuais de alto nível, que são capazes de ver e condenar os excessos, mas ainda acreditam nos ideais do partido e; Por emotivos, religiosos, e gente que aderiu ao partido puramente pelas causas sociais e que se sentiu traído pelo PT diante do mensalão. Acho que me enquadro nesse último grupo. Mas tem outra coisa negativa que é preciso reconhecer na postura do PT que foi sua atuação como oposição que votou CONTRA muita coisa boa apenas para ser oposição e não dar créditos ao governo do PSDB. Ou seja, era mais importante não deixar o PSDB numa situação favorável do que REALMENTE votar pelo melhor do país.

Amei ter FHC como presidente, mas ele teve 8 anos para investir na melhoria da qualidade de vida nos mais necessitados e deixou a desejar, principalmente na educação. Fiquei bastante decepcionada por ele nos ter entregado ao experimentalismo do Consenso de Washington, mas dou créditos à estabilidade econômica. O PT fez um trabalho muito melhor pelo social, mas no desespero de se manter no poder permitiu uma devassa no bem público imperdoável. Ética para mim é fundamental e penso que alternância do poder é a melhor saída num país de corruptos e corruptores. Parece que dois mandatos é o máximo para impedir o comodismo e a soberba e a sensação de impunidade que o poder propicia. E isso vale para o PT como o PSDB e qualquer outro.


Só um adendo: Coisas que eu não aprovo: MST invadindo qualquer propriedade e mandando no jogo político, com o governo fazendo vista grossa. Inclinação favorável aos países de ditadura de esquerda como Venezuela, Cuba e afins - toda ditadura é ruim. Braço mole com o lado extremo de ruralistas - transgênicos e pecuaristas, e devaneios das indústrias farmacêuticas, de bebidas e outros sem que os cuidados com a segurança alimentar e o meio ambiente sejam uma prioridade. Políticas de preservação do meio ambiente negligenciadas. Vista grossa com bancos financiadores da dívida pública e seus lucros alarmantes. Investimentos em má cultura só porque é politicamente incorreto não valorizar tudo. E... finalmente, saúde - nesse caso tá tudo de mal a pior e, para mim, a última política pública decente na área foi na época do Serra com os genéricos e a briga na OMC pela quebra das patentes dos remédios de aids.

1.10.13

“Não é possível satisfazer esse sentido de esbanjamento que se deu à vida” Mujica.

Inacreditável as necessidades do Ego. Parece-nos tão natural que nossas vidas sejam regidas pelo mercado, pela alta do dólar, pelo resgates de bancos aqui e acolá, pelo custo hora trabalhada, pelo plano de saúde particular, pela ideia de produzir mais e consumir mais, mais e melhor, hoje e amanhã, novas marcas, novas tecnologias, informação. E, onde está mesmo o valor da vida? No tempo que nos vendem como precioso para que continuamente o joguemos fora, seduzidos pela produção industrial das artes, do lazer, da cultura, gastronomia com prazo de validade vencido. E, nesse mundo globalizado, intenso, curioso e ciumento nos roubam cada minuto numa rotina insana de afazeres muitas vezes dispensáveis e vazios. Os excessos são tantos que os Bancos já apelam para comerciais que parecem anúncios religiosos de felicidade eterna. E, diante dessa urgência toda a intolerância permeia cada dia mais as relações humanas. Não há o bastante para todos e, se antigamente o bastante era apenas uma casinha branca para chamar de sua, comida e educação para os filhos, hoje é a última versão de celular, computador, carros, decoração, roupas, viagens... Até sexo deixou de ser algo gostoso para se fazer debaixo dos lençóis para ser um universo complexo de consumo de como, quando, quanto, onde, com quem, e muitas vezes impossível de acontecer naturalmente sem a ajuda de analistas, medicamentos, consultores de moda, cartão de crédito.

Pare o mundo que eu quero descer! Quero parar e deixar o tempo rolar pelos lados até ser capaz de reconhecer que não estou presa ao mundo, nem sou refém de sua ditadura do consumo de coisa alguma. Tenho que recuperar o tempo da vida simples onde o próprio tempo corria moroso, sem vergonha de ser feliz. Somos a geração que tem acesso a muito e, é claro, que isso tem um lado bom. Todo conhecimento está verdadeiramente ao alcance da sua mão, e conhecimento é tudo o que se precisa para questionar os valores que nos tem sido impostos. Não é preciso descartar todo o progresso, idiota é quem pensa assim. Mas, algo está faltando e é preciso olhar para trás e procurar o que de precioso deixamos pelo caminho.


15.8.13

LINCOLN (o filme), O CONGRESSO BRASILEIRO, E A DEMOCRACIA



Ontem assisti Lincoln. O filme é bom, mas eu esperava mais. O filme narra a grande luta de Lincoln para a aprovação a Emenda Constitucional que extinguiria a escravidão, e só. O que também [tá certo] não é pouco, dada a magnitude e importância de tal Emenda. Mas, o que me chamou a atenção, me escandalizou de fato, foi a negociata no congresso para conseguir os votos. A oferta de cargos para parlamentares não reeleitos era a permuta autorizada. Fiquei tão chocada com isso! A MAIOR DEMOCRACIA DO MUNDO FOI CONSTRUÍDA COM BARGANHA!  Claro, porque não?  Como você pode esperar algo diferente? Ainda mais vivendo no Brasil, onde essa negociata é escandalosamente presente? O que torna meu desgosto ainda maior, porque estou falando do Brasil de 2013, enquanto analiso os Estados Unidos de 1865. Será que somos tão atrasados assim?
Embora não estivesse disposto a oferecer subornos em dinheiro, Lincoln autorizou que agentes contatassem os congressistas democratas com ofertas de empregos federais em troca de voto a favor da 13ª Emenda. Que um Estados Unidos da época precisasse dessa revoltante artimanha para aprovar uma ementa tão importante só serve para mostrar que foi quase um milagre o resultado da votação. Olhando com olhos de hoje nos parece insano que o mínimo do bom senso não permeasse a decisão a favor do homem livre.
Mais tarde, me queixei com o Richard da triste constatação de que POLÍTICA se faça dessa maneira. Que cada parlamentar sempre vota segundo seus próprios interesses, NUNCA a serviço da nação. Foi quando ele me disse uma frase memorável: “Claro que é assim, senão qualquer um serviria.”  Sim, exclamei, QUALQUER UM  serviria! Se a humanidade fosse capaz de votar pelo bem comum, com base na consciência ética, na justiça... qualquer um serviria. 
Há algo de muito obscuro nessa constatação. Parece que há um enorme lapso de tempo e espaço entre o mundo político e o resto do mundo – e não falo só do Brasil. A humanidade já conquistou muitas coisas. Já é natural para nós que a invasão de outro país seja inadmissível, que escravidão seja aviltante, que guerras por fins religiosos sejam insanas, que casamento inter-racial deva ser uma escolha de amor, que todos devam ter igualdade de direitos, etc. Então, nos parece intrínseco que o representante de uma nação deva votar pensando no BEM geral, acima de tudo. E a triste constatação é que isso está longe de ser verdade. Que o que chamamos democracia não passa de uma luta de interesses mesquinha e de compensação imediata. Ainda votamos as leis – e leis tão importantes como assegurar o bem estar de todos – pensando nos interesses adjacentes, muitas vezes pessoais e de curto prazo. Que nossos políticos sejam assim, é compreensível, não é mesmo? Não nos causa estranheza. O que me chamou a atenção é que nos escandalizamos quando descobrimos que eles não votam segundo a consciência, retidão, seriedade, dignidade, honradez, probidade... Todos sinônimos da nossa mais alta expectativa, que é justamente o que eles nos vendem em época de eleição, e o que, ingenuamente, permeia a decisão na hora do NOSSO voto.
Eles sabem o que se espera deles, e nós sabemos que eles não estão à altura dessa responsabilidade. Mas “eles” somos nós, não são? Humanos da nossa era? Gente como a gente? Essa dicotomia entre o perceptível nível da consciência humana atual (ideal?) e a realidade prática é enorme e estranha.


CURA GAY



Hoje eu me deparei com uma dor excruciante. Uma dor imensa, que me dilacerou a alma e me revelou a face do monstro. Do tirano que somos todos nós, incapazes de aceitar cada um como é. Ainda estou atormentada, por isso escrevo esse texto.
Um amigo está sofrendo enorme dilema de ter que abrir mão do companheiro amado por causa do constrangimento que essa relação traz à sua família. Eu vi nos olhos dele uma dor incalculável, a dor de quem tem que escolher qual pessoa querida ele vai ferir, e isso inclui a si mesmo. Eu pude sentir o rasgo no seu peito e sua agonia me atingiu de tal forma que me jogou contra a parede, chacoalhou minha mente e me mostrou o que verdadeiramente importa, como nunca tinha visto antes.
Não interessa qualquer ponto de vista sobre a questão gay, mas o direito BÁSICO de cada um ser o que é. Compreendi, com horror, que não há uma questão gay a ser aceita, isso nem devia estar sendo cogitado. Cada um de nós que, “humanamente”, procura fazer um esforço de tolerância e aceitação, (porque, sejamos francos, a gente se esforça bastante) iremos, mais cedo ou mais tarde, descobrir que estamos analisando isso do ângulo errado. É claro que nosso preconceito é fruto de um contexto cultural, e incluo aqui as nossas crenças religiosas. Sabemos disso. O que não sabemos é como superá-lo. Pois eu te digo, só podemos suplantá-lo com um Bem Maior. E esse Bem Maior é o reconhecimento do direito de cada um de ser o que é. Quando negamos isso a alguém, estamos exigindo que ele mate a si mesmo a cada instante. Isso mesmo. Pense bem nisso. ESTAMOS, LITERALMENTE, DANDO UMA ARMA A ESSA PESSOA E MANDANDO-A ATIRAR EM SI MESMA IMPIEDOSA E CONTINUAMENTE. E, qualquer pessoa que tiver que se sujeitar a isso estará, simplesmente, sendo vítima de tirania. Com certeza você nunca se viu dessa maneira, não é mesmo? - Tirano, eu?
Você já assistiu ao filme “A escolha de Sofia”? Onde é exigido que uma mãe judia escolha qual filho ela vai mandar para a câmara de gás? Essa dor excruciante, que todos podemos imaginar bem qual seja, é a mesma que impomos a qualquer um de quem se exige que seja outra pessoa só para nos agradar. Estamos obrigando essa pessoa a fazer uma escolha abominável.
Recentemente li uma frase fantástica: ACEITO QUE VOCÊ SEJA HETEROSSEXUAL, DESDE QUE SE COMPORTE COMO HOMOSSEXUAL TODO O TEMPO. Não é genial? Diz tudo. Se isso lhe soa estranho, o inverso também o é para qualquer amigo gay de quem se espera que se dissimule o comportamento.
A Cura Gay é possível. Mas ela também está sendo apreciada de uma perspectiva errada. Quem precisa de cura somos nós, que afrontamos a dignidade humana com nossos discursos equivocados. Da próxima vez que o menor lampejo de dúvida passar pela sua mente, ou qualquer estranheza, ou nobre tolerância se atrever a enaltecer sua auto-imagem, lembre-se de que, na verdade, você não passa de um tirano a estender uma arma vil.

17.12.08

A vida que eu pedi à Deus!

Se meu mundo fosse perfeito, seria tão bom ser eu! Um mundo perfeito significa uma vida sem sofrimento, sem doenças, sem carências, sem limitações de qualquer espécie. Ah! Ai sim, seria bom viver nesse nosso mundo! Não é mesmo?
Essa é a vida que eu pedi à Deus! Não é o que pensamos quando vemos alguém vivendo a fartura em todos os sentidos?
Haveria uma infinidade de eus querendo viver nessa terra abençoada. Sem sofrimento e sem dor. Sem inimizades ou angustias. Todos viveriam em harmonia e fartura. Quem se lamentaria e diria que a vida é dura ou chegaria ao extremo de dizer que não vale a pena viver.
Nessas condições, concordamos que a vida é uma benção. Por que não seria?

Pois é essa vida que Deus, em sua perfeição, oferece para todos nós. Todos, mesmo! Todos, por todo o planeta. Deus é perfeito, onipresente, onisciente e onipotente. Por isso, não há nele, dor, medo, doença e falta de qualquer natureza. Se Deus é o todo, o único poder, então todo o mal não existe. O mal ou a dissonância é a produção do homem, enquanto ser limitado.

Se pedirmos para uma criança desenhar um homem fará aqueles bonequinhos com dedos de palitos e cara de laranja. Entendemos que a criação dela representa seus próprios limites. Sabemos que ela poderá alcançar o potencial de desenhar com perfeição. Nosso mundo é o retrato do mundo de “crianças espirituais”, com formas irregulares e cheio de imperfeição e insanidades. Sem a mínima chance de chegar perto daquele mundo perfeito que Deus é capaz de provir.

Mas, se formos capazes de viver em Sua plenitude. Permitir que a consciência de Deus seja a nossa consciência. Se reconhecermos que somos a Presença Divina, que somos Deus Manifesto, que todos nós somos um, então, esse mundo perfeito pode ser real para nós.
Ele habita o meu ser e eu sou uma extensão Dele, como uma onda está no oceano e é o oceano. Joel Goldsmith já dizia “Não existe carência em Deus! É da natureza de Deus o preenchimento.” Só precisamos romper a crosta que nos separa dele, em nossas consciências, e viver verdadeiramente essa abundância.

Essa é a lição de vida que eu quero incorporar nesse Natal e no ano que se inicia.

Feliz Natal para todos!

12.11.08

O foco da estratégia econômica americana será a classe média.

Será que eu li direito!!!!
O foco da estratégia econômica americana será a CLASSE MÉDIA!. "Não pode haver uma economia forte sem uma classe média forte", avaliou Rahm Emanuel, indicado chefe-de-gabinete do próximo governo americano. Senti uma “inveja” enorme ao ouvir essa declaração e decidi:

Definitivamente o meu voto para candidato à presidência do Brasil será para aquele que afirmar esse objetivo como meta de campanha. Eu não agüento mais a exploração da classe média nesse país. Segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, a pobreza no país deve atingir ao final do ano a faixa de 24,1% (baixou de 35%), enquanto a classe média já representa 52% da população ativa. Segundo o estudo, cerca de quatro milhões de pessoas superaram a linha da pobreza entre 2002 e 2008 e ingressaram na classe média emergente. Na classe média estão incluídas pessoas com rendimentos mensais entre os 1.064 e os 4.951 reais.

Fico feliz que uma grande parcela da população viu suas rendas atingirem esse patamar. Isso verdadeiramente me alegra e era o mínimo que esperávamos do governo Lula, mas agora gostaria de, pela primeira vez na história desse país, ver um governo se preocupar com as angústias da classe média, que carrega esse país nas costas.

Nunca foi tão difícil pagar escolas, assistência médica, seguro, prestações de casa própria; os assim chamados “LUXOS” da “classemérdia”. Um número alarmante fez cortes profundos nesses “luxos” nos últimos anos, sem falar que deixaram de existir os verdadeiros prazeres como passeios e saídas aos restaurantes, que eram comuns aos brasileiros medianos da minha infância. Agora só há uma enorme classe de remediados tentando sobreviver. Eu ando tão desanimada... É um absurdo ver que meus pais, ativos na época de 60 a 80, em plena ditadura militar, atingiram uma qualidade de vida que me parece, hoje, impossível repetir.

11.11.08

Agora é com você!

Gostaria de convidá-lo a visitar meu novo blog.
É o blog do meu livro “Agora é com você!”
http://www.agora-e-com-voce.blogspot.com/

Depois de ler The Secret e outros tantos livros sobre a Lei da Atração, achei que bom seria se tivéssemos aprendido sobre essas coisas ainda crianças e isso me levou ao livro “Agora é com você!”, destinado ao público infanto/juvenil, principalmente pré-adolescentes.

Agora é com Você! é um excelente primeiro passo para a criança e o adolescente saber que seus pensamentos influenciam seu ser e sua vida. Nele, conceitos da Lei da Atração são revelados na forma de segredos e os personagens vivenciam situações onde podem aplicar esse novo conhecimento. Mia, a personagem principal, mora numa pequena cidade do interior com sua família nada convencional. Seus pais e o avô, um mestre na Lei da Atração, acham que Mia já está na idade de entender a mecânica da lei e passam a ensinar os segredos, conforme surgem as oportunidades. Esse aprendizado vai envolver os melhores amigos da adolescente e, juntos, vão usá-lo para superar três grandes desafios.

Enfim, com mistério e diversão os pequenos leitores aprendem que podem construir um futuro na medida dos seus sonhos e perceberem quais pensamentos contribuem melhor para a construção de um ser humano pleno e consciente de quem ele é realmente.

O livro foi publicado pela Madras e lançado na 20a. Bienal de São Paulo
Espero que gostem do livro e o indiquem para pais e amigos.

28.10.08

Hoje, meu dia será perfeito!


O Hoje é e será.
O ontem foi e tem sido.
Meu ontem é o que fiz dele.
Vejo-o na memória perfeito ou imperfeito.
Meu hoje é o que farei dele. E quero fazê-lo perfeito.
As coisas que tenho de fazer são as coisas que eu quero fazer.
Farei hoje aquilo que pertence ao hoje e não temerei pelo amanhã, tampouco terei arrependimentos por ontem.
Meu dia será pleno, não precisarei apressá-lo nem desperdiçá-lo.
Tenho o poder de construir o dia ou de destruí-lo.
Se destruo o dia, estarei construindo dez dias mais, quem sabe
dez vezes dez, para desfazer essa destruição.
Se construo o dia, te-lo-ei vivido para a Glória de Deus, no preenchimento daquela parte do Seu Propósito
que me cumpre preencher.

Walter Russel
Músico, Artista, Escultor, Arquiteto,
Escritor e filósofo americano